Agência de Pautas Guia Local INC Comunicação

Psicológos Florianópolis, Santa Catarina

Encontre Psicológos em Florianópolis. Aproveite para saber mais sobre o assunto lendo nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre o mesmo.

Clínica Espaço Psicologia e Fonoaudiologia Ltda
(48) 3224-2748
r Ferreira Lima, 52, Centro
Florianópolis, Santa Catarina
Instituto Evoluzione Centro de Saude S/s
(48) 3028-1980
r Ângelo La Porta, 170, Centro
Florianópolis, Santa Catarina
consultorio de psicologia
47-8426.2936
rua 1500 quase com Avda. Brasil
balneario camboriú, Santa Catarina
Psicóloga Clínica
(47) 9944-9660
Rua Cônego Thomaz
Itajaí, Santa Catarina
Psicóloga Raquel F Pinheiro em BLUMENAU
47 3339-2572
Rua frei José 180
Blumenau, Santa Catarina
Instituto Muller-Granzotto Psiologia Clínica
(48) 3334-8372
r Irmão Joaquim, 169, Centro
Florianópolis, Santa Catarina
Espaco Clinica de Atendimento Psicologico e Fonoaudiologico Ltda
(48) 3223-4519
r Ferreira Lima, 10, Centro
Florianópolis, Santa Catarina
Ana Cláudia de Souza - psicóloga e psicoterapeuta
48 84121715
Av.Rio Branco, 404, ed. Planel Towers, sala 908, Torre I
Florianópolis, Santa Catarina
Espaco Psicologico D' Etude Ltda
(47) 3433-1728
r Alexandre Dohler, 129, Sl 704, Centro
Joinville, Santa Catarina
Consultoria em RH / Psicologia Clínica
48 9914-5729
Bairro Comerciário
Criciúma, Santa Catarina
Dados Divulgados por
 
Fornecido por: 

Psicológos

A vida corporativa moderna com ênfase em metas cada vez mais ambiciosas coloca uma enorme carga de trabalho sobre o profissional. Isso, em um ambiente altamente competitivo, aumenta o estresse e a rivalidade entre os próprios colegas, favorecendo o surgimento do workaholic, aquele profissional viciado em trabalhar.

Na busca do sucesso, o workaholic dedica a vida à empresa, ao se dedicar de forma exagerada e sem limites às atividades diárias do trabalho. Muitas vezes esse profissional chega até a negligenciar sua vida pessoal, deixando de lado a família, saúde e o convívio dos amigos.

Mas ao contrário do viciado em trabalho, há também um outro tipo de profissional cada vez mais presente na era da Geração Y: É o worklover, um apaixonado pelo que faz. O gosto pela profissão é tanto que ele nem percebe se está trabalhando oito ou dez horas. Já o workaholic é um verdadeiro obcecado, vive para o trabalho, sem conseguir equilibrar a vida privada e a profissional.

A jornada infindável do viciado em trabalho costuma levá-lo à depressão. Assim, ele deixa de ser expansivo, começa a se relacionar menos, vive estressado, adquire síndromes como a do pânico, típica das vítimas do estresse, foge de eventos com a família e com amigos para trabalhar. O trabalho se transforma em um tipo de fuga.

É interessante notar que o viciado em trabalho tem seus objetivos e metas. Falta a ele, porém, metas pessoais. Por exemplo, um viciado em trabalho teria como meta "ganhar R$ 10.000,00 / mês antes dos 35 anos de idade". Ao passo que a meta do worklover seria "fazer bem meu trabalho, para poder viajar para a Europa com amigos". Ou seja, se a pessoa planeja a vida, mas ao olhar as suas metas só vê números e uma lista de tarefas empresariais, tudo leva a crer que ela é um workaholic.

A dedicação excessiva, desequilibrada, ao trabalho tem explicações específicas para cada caso. Pode ser fuga do tipo de vida que está levando, ansiedade por ascensão rápida na carreira, necessidade pessoal de mostrar resultados e conseguir reconhecimento, falta de planejamento de vida, embora a pessoa possa ter claro seu plano de carreira, ou qualquer outra questão pessoal que esteja pesando.

Deve-se buscar o equilíbrio

É lógico que existe a pressão do trabalho por mais resultados, no entanto, cabe a cada um colocar limites no que faz. Mesmo um viciado em trabalho não consegue fazer turnos de 20 horas todos os dias. Todos nós temos limites. Existem períodos que demandam mais trabalho, mas não pode ser a regra.

É preciso ter em mente que tudo que é feito de forma desequilibrada se torna contraproducente. As pessoas até chegam a aguentar uma carga extra de trabalho, mas passam também a cometer muito mais erros e acabam tomando decisões precipitadas, sem a análise necessária.

Por isso quando se trata de trabalho, para ter o mínimo de equilíbrio, a pessoa tem que aprender a ser produtiva em vez de estar apenas ocupada. É necessário impor limites e saber que o que importa é a qualidade e não a quantidade. Saber priorizar, trabalhar de forma eficaz, eficiente, com criatividade e ter bons relacionamentos. Isso é o que conta!

∗ Urgel Augustin é Diretor de Operações na Talk Interactive. Formado em Engenharia da Computação (PUC-PR), conta com conhecimentos de gerência de projetos (George Washington University), MBA em Empreendedorismo Tecnológico (PUC-PR) e MBA em Finanças pelo Ibmec (cursando).

Clique aqui para ler outros artigos da Revista Incorporativa

Artigos refletem única e exclusivamente a opinião de seus autores.
Todo o conteúdo divulgado decorre de informações advindas das fontes mencionadas, sendo, portanto,
de responsabilidade exclusiva da fonte ou do autor, não cabendo à INC Comunicação ou à Revista INCorporativa
responsabilidade por citações, teor, exatidão ou veracidade do conteúdo, produto ou serviço divulgado.
Indicação de publicações são apenas para divulgação, não sendo avaliados por este veículo de comunicação.

INCorporativa, Revista INCorporativa, Revista Corporativa são Marcas Registradas - 2007-2011.
Reprodução de conteúdo permitida com link para a fonte.