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Controle de qualidade e prevenção de perdas do varejo Natal, Rio Grande do Norte

Conheça quais são os pontos vulneráveis no controle de perdas de mercadorias, no varejo. O autor explica a importância de conferir a qualidade dos produtos recebidos antes de disponibilizá-los para a venda. Saiba quais são os cuidados necessários entre o envio do distribuidor e a recepção no ponto-de-venda.

RR Transportes
(19) 3281-2900
r João Carlos do Amaral, 226, Jardim Chapadão
Campinas, São Paulo
L M Moto Express
(11) 295-1460
r Serra de Botucatu, 2558, Tatuapé
São Paulo, São Paulo
A Serta Entregas Rápidas SC Ltda
(11) 5678-1269
av Yervant Kissajikian, 1053, Cidade Ademar
São Paulo, São Paulo
Gradual Transportes e Serviços Ltda
(11) 6291-4532
r Adelino,Pe, 15, Belém
São Paulo, São Paulo
Express Relm Serviços de Motoboy
(11) 6675-0435
r Caçaquera, 622, Carrão
São Paulo, São Paulo
Edson D Cunha
(43) 996-2977
r Cyntia Kiyomi Tackahashi, 100, bl 7 ap 712, Jardim Das Américas
Londrina, Paraná
Moto Taxi
(31) 3535-8649
r Westinghouse, 370
Juatuba, Minas Gerais
Entregas Rápido Repasse
(37) 3351-3722
r Francisco, 12
Arcos, Minas Gerais
Big Boy Express S/C Ltda
(11) 6412-4059
av Nova Cumbica, 370, VL Nova Cumbica
Guarulhos, São Paulo
Moto Flash Transportes de Documentos Ltda
(11) 3487-4813
r Estela, 731, Vila Mariana
São Paulo, São Paulo
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Controle de qualidade e prevenção de perdas do varejo

As perdas no segmento atacadista costumam ocorrer com maior incidência nos setores que possuem produtos de menor vida útil, os chamados shelf life - perecíveis, por exemplo. Já com bens duráveis, os desperdícios ocorrem principalmente nos itens de alto risco, aqueles de maior valor agregado, de tamanho relativamente pequeno e, normalmente, também comercializados no mercado informal.

Sejam entre os atacadistas de auto-serviço de encomendas de operações mistas de clube de benefícios ou, até mesmo, os chamados "atacarejos", a maior parte das perdas ocorrem principalmente por falta de conferência, seja no ato de recebimento ou mesmo no momento da venda, haja vista o volume transacionado ou de grande movimento.

Mesmo que ocorram problemas de transporte, armazenagem ou entrega, uma conferência bem feita vai identificar este problema, seja na entrada da mercadoria ou mesmo na saída. De forma geral, podemos citar como segmentos de produtos que mais sofrem com as perdas os seguintes grupos:

- Frios, FLV e Açougue: é alvo da falta de conferência em relação à qualidade, entrada por peso padrão e saída pelo peso real, falta de aferição de balanças e pesos das embalagens além do pouco controle de vencimentos.

- Perfumaria Fina, Bebidas Importadas Informática, Telefonia e Eletroeletrônicos: grupo de alto risco pelo valor das mercadorias, na maioria das vezes não dispõe de recursos de vigilância eletrônica. Conseqüentemente, os furtos, tanto internos quanto externos, são altíssimos.

- Mercearia e Bebidas em Geral: costuma ser alvo de armazenagem inadequada e exposição sem a prática do giro correto do estoque, implicando perda por vencimento da validade.

Assumir que as perdas no varejo são apenas do fornecedor (máxima vigorou fortemente no setor) não corresponde à realidade. Somente agora, às vésperas da primeira década do novo milênio, começam a aparecer os sinais de conscientização no sentido de mudança, caracterizando um efeito de "distribuição reversa das perdas".

Para ilustrar o exemplo acima, tomemos como exemplo um cliente insatisfeito com a qualidade de um produto. Ele certamente reclamará para o distribuidor e devolverá a mercadoria, deixando de comprar naquele local e, pior, formando uma imagem negativa do produto. Já o dono da loja tentará trocar a mercadoria com o fabricante se conseguir, poderá, ou não, superar o conflito com o consumidor, mesmo assim vendendo menos e comprando menos caso não conte com o apoio do fabricante, certamente este lojista irá retirar o produto de linha deixando de comprá-lo. Agora, imaginemos que o problema com esta mercadoria fosse um fato pontual ou isolado na produção. Pode-se afirmar que todos saíram perdendo, além da venda, o tempo e toda a logística de entrega e reversa.

Foi atenta a esta necessidade e com a necessidade de reduzir as perdas e desperdícios no varejo que a RGIS desenvolveu serviços especializados para este setor, que vão das conhecidas auditorias operacionais, que monitora a aderência no cumprimento de normas e melhores práticas em prevenção passando pela carga garantida, que atua como responsável pela conferência nas duas pontas (recebimento e expedição) e até mesmo realizando a terceirização total da área de Prevenção de Perdas, que tem por objetivo alocar profissionais responsáveis pelo monitoramento, desenvolvimento, implantação e execução de ações efetivas que permitam a redução de perda. Além de constituir uma equipe especializada e formatada de acordo com a necessidade de cada cliente estes serviços permitem que o foco do atacadista se volte para o que ele tem de melhor, seus clientes!

∗ André Lucena é gerente de Projetos da RGIS - Divisão América Latina

Sobre a RGIS (www.rgis.com)

Fundada por Thomas J. Nicholson, em 1958, a RGIS (Retail Grocery Inventory Services, na sigla em inglês) é líder global em serviços de varejo e inventários. Com uma carteira de aproximadamente 20 mil clientes, a empresa possui 40 mil funcionários e colaboradores e 400 escritórios espalhados pelas Américas do Sul e do Norte, Europa, Ásia e Oceania.

No Brasil desde 1998, a RGIS é a única a fornecer soluções informatizadas em controle de recebimento e expedição, gerenciamento de estoque e inventários de ativos fixos.

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