Como avaliar o desempenho do funcionário seguindo as normas da ética Itaúna, Minas Gerais
Saiba sobre sustentabilidade e ética em relação a gestão de pessoas. O autor explica que “o desempenho das pessoas é fundamental para a sustentabilidade das empresas.” O autor comenta também que "é através do tratamento justo e aberto que uma pessoa que trabalha em uma organização pode ser considerada não apenas por seu valor, como um objeto, mas como um ser humano integral”.
Conexão Assessoria em Recursos Humanos
(31) 3351-4621
r Tamarindos, 151 casa, Eldorado
Contagem, Minas Gerais
Conexão Assessoria em Recursos Humanos
(31) 3351-4621
r Tamarindos, 151 casa, Eldorado
Contagem, Minas Gerais BR.32310-550
Dados Divulgados por
Consultarh Recursos Humanos
(31) 3443-3504
av Portugal, 2783 s 203, Santa Amélia
Belo Horizonte, Minas Gerais
Consultarh Recursos Humanos
(31) 3443-3504
av Portugal, 2783 s 203, Santa Amélia
Belo Horizonte, Minas Gerais BR.31560-000
Dados Divulgados por
Desenvolvimento Humano Consultoria
(31) 3272-8978
r Timbiras, 1940 sl 709, Lourdes
Belo Horizonte, Minas Gerais
Desenvolvimento Humano Consultoria
(31) 3272-8978
r Timbiras, 1940 sl 709, Lourdes
Belo Horizonte, Minas Gerais BR.30140-061
Dados Divulgados por
Pactual Assessoria em Recursos Humanos
(31) 3328-3200
r José Fernandes Santos, 121, Jd Califórnia
Contagem, Minas Gerais
Pactual Assessoria em Recursos Humanos
(31) 3328-3200
r José Fernandes Santos, 121, Jd Califórnia
Contagem, Minas Gerais BR.32265-380
Dados Divulgados por
Martins Guerra Consultoria em Gestão de Pessoas
(31) 3395-2288
r Oitis, 85 s 2, Cj Eldorado D
Contagem, Minas Gerais
Martins Guerra Consultoria em Gestão de Pessoas
(31) 3395-2288
r Oitis, 85 s 2, Cj Eldorado D
Contagem, Minas Gerais BR.32315-060
Dados Divulgados por
Pactual Assessoria em Recursos Humanos Ltda
(31) 3213-2898
av Contorno, 2333 lj 6, Floresta
Belo Horizonte, Minas Gerais
Pactual Assessoria em Recursos Humanos Ltda
(31) 3213-2898
av Contorno, 2333 lj 6, Floresta
Belo Horizonte, Minas Gerais BR.30110-009
Dados Divulgados por
Dinamica Recursos Humanos Ltda Me
(31) 3351-6160
av João César de Oliveira, 3452, Eldorado
Contagem, Minas Gerais
Dinamica Recursos Humanos Ltda Me
(31) 3351-6160
av João César de Oliveira, 3452, Eldorado
Contagem, Minas Gerais BR.32340-000
Dados Divulgados por
Techno Service Cessão de Mão-de-Obra
(32) 3211-3534
r Pedro Botti, 261 Passos
Juiz de Fora, Minas Gerais
Techno Service Cessão de Mão-de-Obra
(32) 3211-3534
r Pedro Botti, 261 Passos
Juiz de Fora, Minas Gerais BR.36026-290
Dados Divulgados por
Esatto Recursos Humanos Ltda
(31) 3291-9555
av Contorno, 8955, Gutierrez
Belo Horizonte, Minas Gerais
Esatto Recursos Humanos Ltda
(31) 3291-9555
av Contorno, 8955, Gutierrez
Belo Horizonte, Minas Gerais BR.30110-059
Dados Divulgados por
Meritus Recursos Humanos
(31)3051-4041
Rua: Tocantins, 306 Brasileia
Betim, Minas Gerais
Dados Divulgados por
Fornecido por:
13/01/2009 - Paulo Celso de Toledo Jr Um tema forte de nossos tempos é a sustentabilidade. Assim como outros casos que viraram história, para muitos a sustentabilidade é a resposta para todos os males do mundo moderno. Embora haja diferentes nuances nas definições de sustentabilidade, elas desembocam, ou pelo menos tangenciam, em questões éticas. E é ao evitar ou esquecer de discutir tais questões que podemos cometer algumas injustiças. Considero o desempenho das pessoas uma das peças fundamentais para a sustentabilidade das empresas. Por isso, proponho uma reflexão sobre sustentabilidade e ética numa etapa crítica da gestão de pessoas: a avaliação do desempenho. Usarei três lentes para olhar a questão: respeito, lealdade e transparência. Se olharmos isentamente tal processo, podemos notar que possuem muitas características de um verdadeiro tribunal, sem defesa e sem júri. Entretanto, ele é fundamental e imprescindível para o sucesso, tanto das organizações como das pessoas que a constituem. Por isso, defendo que seja mantido e valorizado sem perder de vista seus aspectos éticos que podem causar impacto na vida das pessoas e não apenas dos profissionais. Quanto aos processos de avaliação - e o uso que se faz dos seus resultados - respeitam as pessoas como seres humanos? Quem avalia o desempenho deve entender que seu pronunciamento é uma verdadeira sentença, que pode alavancar ou bloquear uma vida profissional e pessoal. Vai decidir, ou pelo menos influenciar, o futuro da pessoa avaliada. Mas, atenção! Não é só o futuro profissional. Trata-se da vida de alguém que tem família, amigos e sonhos. O desempenho profissional é apenas um dos componentes do mosaico que é a vida de cada um. Não podemos limitar as pessoas a serem apenas o "capital humano" das empresas. Respeitar o ser humano que está sendo avaliado é a primeira das lentes que proponho para olhar esse processo. E pode ser a menos difícil de usar. A lealdade talvez seja o item mais crítico a ser observado. Lealdade aqui significa usar o instrumento de avaliação sem finalidades do jogo político ou financeiro. Quem avalia tem condição de se isentar de opiniões pessoais, potencialmente contaminadas com sentimentos de simpatia ou aversão? Há uma preparação cuidadosa dos avaliadores para serem juizes do desempenho? E como são preparados os avaliados para interagirem com o avaliador? Quem avalia o avaliador? A avaliação é fundamentada em observações criticamente criteriosas, que consideram todas as variáveis que podem impactar o desempenho? E, ainda sob esta lente, o uso que se faz dos resultados da avaliação está focado apenas nos interesses da empresa ou há espaço para valorizar o ser humano e suas aspirações pessoais? Reconheço que as organizações empresariais não devem nem podem ser instituições de benemerência. Elas sobrevivem pelo desempenho das pessoas que a corporificam. E é aí que entra a lente da transparência. O bom desempenho é indispensável para a sustentabilidade das organizações, mas não pode deixar de lado a sustentabilidade da pessoa avaliada. O avaliado deve ter claro o que se espera dele precisa ser informado claramente sobre como está sendo observado seu desempenho. Tem todo o direito de saber os planos reais que a empresa tem para ele: sejam de progresso, correções ou até realinhamentos da carreira e desligamento. Sem eufemismos que lancem verdadeiras cortinas de fumaça sobre questões delicadas. É através do tratamento justo e aberto que uma pessoa que trabalha em uma organização pode ser considerada não apenas por seu valor, como um objeto, mas como um ser humano integral. Claro que estas questões não são fáceis de serem respondidas, ainda. Meu intuito é provocar a discussão do tema. Não podemos, todos os responsáveis pela gestão de pessoas, ter receio de enfrentar os aspectos mais difíceis. É fazendo perguntas e buscando as respostas para elas que o ser humano evolui. Paulo Celso de Toledo Jr: Diretor de Projetos da LCZ Consultoria em Desenvolvimento de Pessoas e Organizações |
Clique aqui para ler outros artigos da Revista Incorporativa